Dador Vivo

O processo de selecção de um dador vivo varia significativamente de acordo com o órgão a transplantar. Em geral, o dador deverá ser um indivíduo saudável, mentalmente capaz de afirmar a sua vontade de doação, sem pressões de ordem emocional ou sócio-económica.


No caso da doação de rim ou fígado, em Portugal são aceites, como dadores, familiares, cônjuges, amigos ou qualquer outra pessoa, independentemente de haver qualquer relação de consanguinidade (Lei nº 22/2007, de 29 de Junho).

Antes de ser aceite como dador, o indivíduo é sujeito a minuciosos exames físicos, laboratoriais, radiológicos e outros, de forma a detectar quaisquer factores que possam tornar mais arriscada a doação no seu caso.

Se um desses factores for detectado, o indivíduo será recusado como dador. Dador vivo de rim Dador vivo de fígado Dador vivo de medula óssea